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Leitura do dia:
Evangelho de João, Capítulo 16

Publicado em: 31/10/2011

Em pouco tempo o Mestre já não estará mais próximo de seus discípulos, mas mesmo assim, no meio de toda a angústia que antecede sua crucificação e morte, Jesus ainda orienta seus seguidores.

Neste capítulo Jesus alerta mais uma vez seus amigos a respeito das perseguições e provações que eles enfrentarão por causa de sua fé. Aqui Jesus previne os Apóstolos para que não vacilem e que permaneçam fiéis aos seus mandamentos.

No meio deste discurso Jesus revela a vinda do Paráclito (7) que será força para os Apóstolos e os conduzirá no caminho da verdade e da fé, assim como nos dias de hoje, o Espírito Santo é a grande força que nos move cada vez mais para perto de Deus.

Encerrando o capítulo, confortando ainda mais os seus discípulos, Jesus diz que tudo aquilo que pedirdes ao Pai, Ele vos dará em seu nome (24) e diz também “no mundo havereis de passar por tribulações, mas Corajem! Eu venci o mundo” (33).

Que o grito de Jesus: “Coragem! Eu venci o mundo”, possa nos encorajar a enfrentar todas as dificuldades e provações que a vida nos proporciona, sabendo que Ele esta conosco em todos os momentos.

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Leitura do dia:
Evangelho de João, Capítulo 15

Publicado em: 30/10/2011

Tenho de advertir cada um de vós a respeito da sua vinha; com efeito, quem cortou já em si mesmo tudo o que é supérfluo, a ponto de poder pensar que nada mais tem a cortar? Crede no que vos digo, aquilo que é cortado renasce, os vícios combatidos regressam, e vemos despertar as tendências adormecidas.

Não basta, pois, aparar a vinha uma vez, temos de regressar muitas vezes à mesma tarefa, se possível constantemente. Porque, se formos sinceros, encontramos constantemente em nós coisas a cortar. A virtude não consegue crescer entre os vícios; para que ela possa desenvolver-se, temos de os impedir de aumentar. Suprime, pois, o supérfluo, e o necessário poderá então surgir.

Para nós irmãos, continua a ser época de cortar, uma época que se impõe permanentemente. Com efeito, estou certo de que já saímos do inverno, desse temor sem amor que a todos nos introduz na sabedoria, mas que a ninguém faz desabrochar na perfeição. Quando surge, o amor expulsa esse temor como o verão expulsa o inverno.

Cessem, pois, as chuvas do inverno, quer dizer, as lágrimas de angústia suscitadas pela recordação dos vossos pecados e pelo temor do julgamento. Se o “inverno” passou, se a “chuva” cessou, a doçura da primavera da graça espiritual indica-nos que chegou o momento de podarmos a nossa vinha. Que nos resta fazer, senão empenharmo-nos por completo nessa tarefa? (São Bernardo (1091-1153), monge cisterciense e doutor da Igreja).

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Leitura do dia:
Evangelho de João, Capítulo 14

Publicado em: 29/10/2011

Hoje vemos como Jesus e o Pai estão profundamente unidos, juntamente com o Espírito Santo, formando a Santíssima Trindade. No versículo 6 lemos o seguinte princípio eterno: “Eu sou o caminho, a verdade, e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”.

Jesus é o Caminho, pois revela o Pai, e nos faz conhecer o caminho para chegar a Deus Pai. Ele é o único acesso ao Pai, sendo que Ele vem do Pai e volta ao Pai. E Jesus é UM com o Pai.

Amando e servindo Jesus estamos amando e servindo a Deus Pai, e assim, Ele próprio vem fazer morada em nós. Pois Jesus nos promete isto: estarei em vós e vós em mim.

Jesus é aquele que acalma os corações perturbados, dos discípulos e os nossos, e quer fortalecer-nos na fé, pois ordena claramente: devermos crer em Deus e crer Nele próprio, sem perturbação em nosso coração. Não tenhamos medo, somente fé em Jesus Nosso Senhor.

E que maravilhosa promessa: Jesus pedirá ao Pai que nos envie o Espírito Santo, que ficará para sempre conosco! É o Paráclito, o Defensor, que nos ensina tudo e nos recorda os ensinamentos de Jesus, que reaviva o nosso coração e as nossas forças na caminhada.

Clamemos com fé: vinde Espírito Santo, enchei o meu coração, renovai a minha fé, fazei de mim um homem novo! Ouçamos esta música e obedeçamos a ordem do Senhor: EU CREIO!

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Leitura do dia:
Evangelho de João, Capítulo 13

Publicado em: 28/10/2011

Mais uma vez o Evangelho de João relaciona os acontecimentos da vida pública de Jesus às festas judaicas e, especificamente, neste capítulo, introduzindo o grande sacrifício de Jesus, afirma: “sabendo Jesus que tinha chegado a sua hora” (13, 1) e conta a “cerimônia” do lava-pés, que é encontrada apenas neste Evangelho.

É um fato tão conhecido que pode até nos passar desapercebido (ou pouco valorizado) o gesto de humildade suprema de Jesus: um Deus que se ajoelha diante de homens rudes, simples, com pés imundos da terra por onde andaram... e lava, com amor esses pés, para ensinar: “Se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros” (13, 14).

Com o coração dolorido, por já saber que um dos seus o iria trair, Jesus continuou sua missão até o fim; por já saber que restava-lhe pouco tempo em companhia dos amigos, preocupou-se em ensiná-los sobre a humildade e o amor que tornam capazes os atos de misericórdia, perdão e acolhimento.

Vale lembrar que a humildade é a porta estreita anunciada no Evangelho de Lucas (13,24) e no Evangelho de Mateus (7, 13) pela qual nem todos conseguirão entrar.

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Leitura do dia:
Evangelho de João, Capítulo 12

Publicado em: 27/10/2011

Está chegando "a hora" anunciada varias vezes por Jesus, como o momento de sua glorificação, tanto na cruz, como na sua ressurreição. Para mostrar sua glória neste momento tão sublime, o evangelista nos apresenta duas cenas complementarias:

A primeira, antes de sua entrada em Jerusalém, quando Maria, a irmã de Lázaro, que acaba de ser ressuscitado, unge os pés de Jesus com um fino perfume de nardo puro, que é um sinal que antecipa a unção de sua sepultura.

A segunda, quando entra em Jerusalém, Jesus se revela aos gregos dizendo-lhes: “Chegou a hora em que o Filho do Homem vai ser glorificado" pois Jesus se identifica com o grão de trigo que deve morrer para dar fruto.

Jesus entrega-se a si mesmo, livremente, como sinal de amor a seu Pai e a cada um de nós, porque ninguém tem mais amor do que aquele que se entrega por seus amigos.

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Leitura do dia:
Evangelho de João, Capítulo 11

Publicado em: 26/10/2011

A ressurreição de Lázaro é a prefiguração da ressurreição de Jesus. É a vitoria sobre o último inimigo, a morte (1 Cor 15,26) e sobre quem tem seu domínio (Hb 2,14).

Jesus que já havia se revelado como “caminho, verdade e vida”, “luz do mundo”, “pão da vida”, agora se revela como “Ressurreição e Vida”. Vida já concedida e presente e ressurreição no final. Ele nos convida a ressurgir para uma vida nova, liberta do medo e das tentações a que somos postos à prova todos os dias.

Jesus é aquele que dá vida aos mortos e chama à existência o que não existe. Ele nos convida a morrer para tudo que nos escraviza e separa dele. E nos exorta a tirar a pedra (v.39) e vir para fora (v.43). A pedra do egoísmo, vaidade, inveja, medo, orgulho e sair de dentro de si, do comodismo, individualismo e professar como Marta: (v.27) Sim, Senhor, eu creio firmemente que tu és o Cristo, o Filho de Deus, aquele que deve vir ao mundo.

Os apóstolos não compreenderam porque Jesus voltava a Judéia, mesmo perseguido, já que havia curado tantos à distancia. Não entenderam que o milagre precisava ocorrer para que fosse manifestada a glória de Deus e o povo acreditasse na sua missão. Muitas vezes nós também não entendemos os desígnios de Deus, mas devemos aceitar que os princípios pelos quais Deus se move são superiores aos nossos, por isso devemos nos render ao beneplácito de sua vontade, nunc et semper (agora e sempre). Amém!

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Leitura do dia:
Evangelho de João, Capítulo 10

Publicado em: 25/10/2011

Como precisamos de boas referências!

Vivemos num mundo que nos oferece muitos caminhos. em meio a tantas ideologias, Jesus se apresenta como porta, único acesso de entrada para o Reino, e como Pastor, que chama suas ovelhas pelo nome, e estabelece com elas um relacionamento pessoal, tão pessoal como o dele com o Pai.

Ao se apresentar como Pastor de ovelhas, Ele também se denomina de o Bom Pastor. Isto nos indica que existem maus pastores em nosso meio. Falsos Pastores que não se comprometem, são descuidados e desinteressados. Aproximam-se com a intenção de roubar, destruir e matar.

Sabendo que o homem com suas próprias forças não pode alcançar a vida plena e perpétua, Jesus vem e, por meio Dele, esta vida se torna possível (v. 10).

A voz do verdadeiro Pastor provoca divisão e reações violentas naqueles que não querem ouvir a Verdade, pois estão acostumados a seguir outras vozes (v. 9 e 31). Jesus, o Bom Pastor, aquele que dá a vida por suas ovelhas afirma: “Mesmo que não queirais crer em mim, crede nas minhas obras, para que saibais e reconheçais que o Pai está em mim e eu no Pai” (v. 38).

Neste capítulo somos chamados a ouvir a Voz amorosa, firme e protetora do Bom Pastor que garante nos conduzir à Plenitude da Vida.

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Leitura do dia:
Evangelho de João, Capítulo 9

Publicado em: 24/10/2011

Neste capítulo podemos meditar a experiência de salvação do cego de nascença e o seu crescimento na fé.

No decorrer do Evangelho o cego vai vivenciando o amor de Deus e quanto mais ele experimenta, mais O conhece e mais seus “olhos se abrem” para a graça de Deus.

Prova disso é que logo após receber a graça de Deus, o ex-cego é questionado por seus vizinhos a respeito do benfeitor, respondendo: um homem chamado Jesus (v.11), quando questionado pelos fariseus a resposta: “é um profeta” (v.17). A partir do versículo 24, ele já começa a defender Jesus e muito mais do que isso já o define como Homem de Deus (v.33).

Por fim, no versículo 35, após ter discutido com os fariseus e ser expulso da sinagoga, este homem tem uma experiência mais profunda, ou seja, conhece mais a Jesus, pois conversa com Ele, reconhecendo-o assim como Filho do Homem, professando sua fé dizendo: “Eu creio Senhor!”

Da mesma forma que o cego, a nossa experiência com Jesus pode evoluir dia após dia através da nossa busca, seja ela através da oração, na participação da missa e do conhecimento da palavra de Deus através da leitura da Bíblia Diária.

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Evangelho de João, Capítulo 8

Publicado em: 23/10/2011

A lei decreta pena de morte para adúlteros - “Se alguém cometer adultério com a mulher do seu próximo, os dois adúlteros serão réus de morte” (Lv 20,10). Essa pena de morte deveria ser por lapidação (apedrejamento). No plano espiritual, apresenta Deus, esposo que perdoa e reconcilia consigo a mulher infiel: Samaria (Os 2), Jerusalém (Is 1, 21-26) e também cada um de nós pecadores.

Os fariseus ali presentes gostariam de ver Jesus julgando de forma errônea, para poder condená-lo. Da sua atitude serena e majestosa – com o dedo começou a escrever no chão - se desprende uma força que desmascara - “colocaste nossos segredos ante a luz do teu olhar” (Sl 90,8).

Muitas vezes em nossa vida queremos ser juízes dos nossos irmãos, julgando-os sem certeza dos fatos e quando as tem, aí sim, lapidamos sem dó nem compaixão. Jesus nos convida para refletirmos sobre nossos julgamentos, das pessoas e de situações, e “quem de vós estiver sem pecado atire a primeira pedra” (Jo 8,7b).

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Evangelho de João, Capítulo 7

Publicado em: 22/10/2011

Neste capítulo, na festa das Tendas, vemos a grande revelação messiânica e a grande rejeição de Jesus. Jesus diz que o seu ensinamento e sua doutrina vem do Pai, que o Enviou. Exorta a multidão, que conhece a Lei, mas que não é cumprida por ninguém. Realiza a promessa da Água Viva, e os chefes dos sacerdotes tentam sem sucesso prendê-lo.

Jesus sobe para a festa e ensina no templo de Jerusalém, durante a Festa das Tendas. É a festa do fim da colheita, especialmente da uva, a mais festiva das festas de romaria do povo judeu. Jesus aparece no meio da festa e começa a ensinar no templo, provocando muita discussão. A incredulidade deixou os corações endurecidos e a mensagem de Jesus não penetra nestes corações.

Num segundo momento no templo, Jesus faz uma palavra de revelação: realiza a promessa da Água Viva, que está relacionada diretamente com a liturgia da festa das Tendas, que compreendia as orações implorando chuva e ritos comemorando o milagre da Água.

O ensinamento de Jesus provoca uma escolha: opção de fé, crendo que Ele é a fonte de Água Viva, “Se alguém tem sede, venha a mim, e beba quem crê em mim”. Ou incredulidade: coração fechado a este convite de fé e conversão.

Vamos beber desta Água Viva, que jorra do Sagrado Coração de Jesus, pra saciar a sede do nosso coração. E iremos nos tornar canal de vida e transformação em nossa família, comunidade, trabalho e meio onde vivemos.

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Evangelho de João, Capítulo 6

Publicado em: 21/10/2011

O Evangelho de João do cap. 1, 19 ao cap. 12, 50 apresenta os milagres de Jesus como “sinais”  que revelam Jesus à humanidade, como lemos na Introdução deste Evangelho. Os sinais são:

 

Sinais/ ações

Significado

vida sem Jesus

presença divina

Jesus muda água em vinho (cap 2)

falta vinho (falta alegria)

vinho abundante

Jesus cura o filho do funcionário (4, 46s)

doença sem fé

saúde/ vida com fé

Jesus cura o enfermo da piscina ( 5 )

paralisia (limitação)

liberdade de ação

Jesus partilha os pães ( 6 )

fome

pão em abundância

Jesus caminha sobre as águas ( 6, 16s)

medo, ausência

coragem, encontro

Jesus cura o cego de nascença ( 9 )

cegueira, trevas

visão, luz

Jesus ressuscita Lázaro ( 11 )

morte

vida/ ressurreição

O capítulo 6 inicia com o relato da multiplicação dos pães e termina com o discurso eucarístico: “Eu sou o pão da vida” (35) “Eu sou o pão vivo que desceu do céu” (51) formando uma unidade só: a ação de Jesus e a Sua pessoa.

Conforme a tabela acima, no cap. 6 encontramos dois sinais de Jesus, o primeiro para todo povo que o seguia, embora o povo não tenha compreendido e acolhido como um grande sinal, como expressou Jesus posteriormente: “... estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes saciados” (6, 26); no segundo Jesus manifesta-se apenas para os discípulos, para fortalecimento da fé.

O discurso eucarístico (6, 30s) foi para todos e, hoje, para cada um de nós tomar consciência da relevância da eucaristia: Jesus vem ao nosso encontro, vem fazer parte de nossa vida, vem ficar em nós, permanecer em nosso corpo, em nossa mente, em nosso coração e promete: “Quem se alimenta com a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”.

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Evangelho de João, Capítulo 5

Publicado em: 20/10/2011

Neste capítulo, não encontramos somente outro milagre, mas outro sinal de Jesus, que nos mostra que o importante é seu significado.

Jesus se aproxima de uma piscina milagrosa, chamada Betesda (casa de misericórdia),que não foi capaz de curar um homem que teve uma vida quase toda enferma. Jesus se aproxima do homem e faz uma pergunta que parece não ter muito sentido: “Queres ficar curado?”

Na verdade essa pergunta teve um sentido profundo, porque existem muitas pessoas que não querem ser curadas integralmente, querem somente deixar de sofrer.

A resposta do enfermo a Jesus, foca a raiz de seu problema (que é um dos grandes problemas de nossa atualidade): “Não tenho ninguém...” (Em grego: anthropon ouk ejo)

O drama interior deste homem é sua solidão existencial. Mas agora, existe Alguém que está interessado, de forma particular, e lhe da uma ordem: "Toma tua maca e anda".

O que aquela piscina milagrosa não pode fazer, Jesus realiza, porque é a nova Betesda – casa de misericórdia, que cura toda a solidão e toda a paralisia que impede caminhar.

A ordem de Jesus: "Levanta-te"

O principio eterno: "O Pai ama o Filho e lhe mostra tudo o que ele mesmo faz"

A promessa: "E lhe mostrará obras maiores ainda, de modo que ficareis admirados"

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Evangelho de João, Capítulo 4

Publicado em: 19/10/2011

O diálogo de Jesus com a mulher Samaritana é o centro deste capítulo 4 e dele decorrem vários elementos que podemos destacar para a nossa reflexão. O primeiro é que ao conversar com ela Jesus nos ensina a superar as barreiras do preconceito para descer nas profundezas do ser humano e, assim, construir uma sociedade de iguais, colocando no centro dos nossos relacionamentos a dignidade das pessoas.

A segunda ideia que encontramos neste dialogo entre Jesus e a Samaritana é que chegou a hora de uma mudança radical do sentido da oração. “Os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em Espírito e verdade” (Jo 4, 23). O que Jesus quis dizer com isto? Ele procurou ressaltar que existe toda uma maneira de rezar superficial e externa que tem bem pouco a ver com a essência da oração.

Como mediador entre o Pai e os homens, Jesus nos ensina que para praticarmos uma oração autêntica, precisamos assimilar o seu Espírito, a sua mentalidade, o seu jeito de ser e de amar.

E por que Jesus se apresenta como água viva (versículo 14)? Por que para conhecê-lo precisamos ter sede e também pelo fato de que, consequentemente, Ele não se oferece ao homem e à mulher de uma forma imediata, mas sim a pessoas que estejam em busca de algo mais. Pastoralmente isso significa que devemos estimular a sede da Verdade nas pessoas que frequentam nossa comunidade.

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Evangelho de João, Capítulo 3

Publicado em: 18/10/2011

Em verdade, em verdade te digo...

Nos versículos 3 e 5 deste capítulo, Jesus nos ensina a não só como ver o Reino de Deus, mas também como entrar nesse Reino. Para ver é preciso nascer do alto, para entrar, somente através do banho do novo nascimento: o batismo e da renovação pelo Espírito Santo.

Nascer do alto é aceitar o plano de Salvação de Deus que se faz visível em Jesus Cristo (3,16).Nascer do alto é recomeçar uma vida construída na liberdade, deixando a escravidão da culpa e da autocondenação.Quem se decide por Jesus, mesmo que O procure na escuridão da noite, é capaz de abandonar estruturas velhas e medíocres, porque se deixa iluminar pela Luz da única Verdade que pode desmascarar as falsas ações.

Somente entra no Reino quem acredita na Boa Notícia, não como algo, mas Alguém que nos mostra o Pai, quem é capaz de experimentar valores que definem esse Reinado: perdão e salvação gratuitos, valor da pessoa acima das instituições e leis, amor enviado aos ainda pecadores, compromisso do Pai com os que crêem em seu enviado: TORNÁ-LOS FILHOS dando o ESPÍRITO SANTO.

"Ninguém pode receber coisa alguma se não lhe for dada do Céu" (3,27). Aqui está o centro deste ensinamento. É na ação do Espírito Santo que nos tornamos amigo do Noivo e nos alegramos quando escutamos a Sua Voz.

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Leitura do dia:
Evangelho de João, Capítulo 2

Publicado em: 17/10/2011

Jesus faz seu primeiro milagre público em uma festa de casamento em Caná da Galilléia. O milagre da transformação. A mudança da água para vinho, alcançada por intercessão de Maria, nos mostra também que, a nossa vida e nosso coração podem ser transformados, mudados pela graça de Deus.

Mas para isso é necessário “Fazer tudo o que Jesus nos disser!” E isso é possível através da oração, pois através dela criamos uma intimidade com Deus.

Já na segunda parte deste capítulo, Jesus expulsa do templo, cambistas e mercenários dizendo: “Não façais da casa de meu Pai um mercado”.

Deus na sua infinita bondade faz do nosso corpo templo do Espírito Santo e por inúmeras vezes na porta deste Templo, encontramos grande quantidade de mercenários e cambistas querendo ocupar o espaço que pertence a Deus.

Para que isso não ocorra, precisamos contar com a ajuda de Deus que nos dá coragem para expulsarmos os invasores do nosso coração, fazendo desta forma, a vontade do Senhor em nossas vidas.

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Evangelho de João, Capítulo 1

Publicado em: 16/10/2011

Mateus e Lucas apresentam uma descendência humana de Jesus e Lucas chega até Deus, criador de Adão.

João, por sua vez, vai além de uma genealogia humana, pois mostra a dualidade da Luz – que é vida e revelação – e das trevas – que é morte e que rejeita a Luz.

O símbolo da Luz domina todo esse evangelho, junto com o da vida. O mundo criado por Deus era bom (Gn 1,31), mas esse mundo, por livre escolha, não reconhece a Luz (Rm 1, 20-21) e assim se torna mau.

João Batista - primo de Jesus – tem a função de precursor do que há de vir e testemunha do que chegou, o Salvador, o Messias, o Cristo, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo1, 29b).

A partir do versículo 35 Jesus chama seus primeiros discípulos e Simão (caniço) começa a ser Pedro (pedra), um novo nome para sua nova função, chefe dos discípulos e primeiro Papa.

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Introdução ao Evangelho de João

16/10/2011

“Investigai as Escrituras...: são elas que dão testemunho a meu favor” (5,39).

Forma, características e data

O Evangelho de João é bastante original. Não é composto de breves histórias, como os outros evangelhos, mas de grandes episódios, em que se misturam narrativa, diálogo e discurso, assumindo muitas vezes forma de teatro. Relata o que aconteceu desde os dias de João Batista até o dia em que o Senhor Jesus passou para a glória do Pai (At 1,21-22). Menciona diversas viagens de Jesus a Jerusalém e três páscoas, enquanto os outros evangelhos só mencionam uma. Concentra-se na pessoa de Jesus. Foi o último evangelho a ser publicado, entre os anos 90 e 100, provavelmente na cidade de Éfeso.

Autor

É atribuído a João, filho de Zebedeu, um dos doze apóstolos de Jesus. O autor se considera uma testemunha de Jesus Cristo (19,35; 21,24). Muitos biblistas consideram esse evangelho como obra de um discípulo ou de uma comunidade discípula de João, uma geração mais tarde, daí a primeira pessoa do plural “nós”, que por vezes aparece (3,11; 21,24).

Destinatários

Destina-se aos cristãos, na sua maioria vindos do paganismo e do judaísmo, dentre os quais boa parte tinha dificuldades em entender a condição divina de Jesus e era exageradamente apegada às instituições religiosas judaicas que se apresentam como superadas (2,19-22). Objetiva também orientar e confirmar na fé os cristãos influenciados pelos gnósticos docetas, que negavam ter Jesus vindo ao mundo em carne mortal. Para estes João sublinha o realismo da humanidade de Jesus (1,14; 6,53s; 19,34), apela à unidade (10,16; 11,52; 17,21-24) e ao amor fraterno entre todos os fiéis (13,15.31-35; 15,12-13).

Finalidade e conteúdo

Fortalecer os fiéis na fé que confessa Jesus como Messias e Filho de Deus, dois pontos bastante atacados pelos judeus (enquanto conotação religiosa, sem conotação de raça). Mais que doutrina, oferece matéria de contemplação. Sua realidade é simbólica, carregada de um excesso de sentido que a fé descobre e a contemplação assimila. João escolheu alguns símbolos dos quais ele traz à luz o significado e o alcance, a fim de levar os cristãos a quem se dirige a melhor aprofundarem a sua fé em Jesus Messias e Filho de Deus: Luz (8,12; 9,5); Ressurreição e Vida (11,25); Caminho, Verdade e Vida (14,6); Pastor (10,11) Porta (10,7.9), Pão da Vida (6,35); Pão vivo (6,51); Ele traz em si o dom da Água da Vida (4,14; 7,37s). João pretende dar-nos a chave da compreensão do mistério da pessoa e da obra salvadora de Jesus, sobretudo através das Escrituras: “Investigai as Escrituras...: são elas que dão testemunho a meu favor” (5,39).

Milagres são chamados de sinais

Os milagres são chamados de “sinais”, porque revelam a identidade de Jesus, a sua glória, o seu ser divino e o seu poder salvador. Também porque se trata de fatos significativos e não de meros acontecimentos históricos, os quais têm como objetivo a fé na pessoa e na obra salvadora de Jesus. O seu valor não está na materialidade dos fatos, mas no que significam. O vinho lembra a bebida das núpcias messiânicas; a saúde remete para a vida que Jesus traz; o pão lembra seu ensinamento e dom da própria vida; a restauração da vista ensina que Jesus é a verdadeira luz; o reerguimento de Lázaro aponta para a “Ressurreição e Vida” presentes em Jesus. Quem não vê o sinal no gesto de Jesus é como se não tivesse visto nada (6,26).

A “hora” de Jesus

Em várias passagens do evangelho Jesus fala da sua “hora” (2,4; 4,21.23; 5,25.28; 7,30; 8,20; 12,23.27; 13,21; 16,2.4.21.25.32; 17,1). “Hora” no evangelho de João é a expressão que designa o momento em que Ele é, ao mesmo tempo, elevado na cruz e na glória, pois em seu morrer transparece a glória do Pai, que é amor e fidelidade até o fim. Por isso que nas Bodas de Caná, quando falta vinho, Jesus responde a Maria “A minha hora ainda não chegou” (Jo 2,4).

Divisão do conteúdo

I. PRÓLOGO (1,1-18): Uma solene abertura que anuncia as ideias mestras.

II. PRIMEIRA PARTE (1,19 – 12,50): Manifestação de Jesus ao mundo como Messias, Filho de Deus.

1) Primeiro ciclo da manifestação de Jesus (1,19 – 4,54).

2) Jesus revela a sua divindade (5). Ele é o Filho igual ao Pai.

3) Jesus é o “Pão da Vida” (6).

4) Jesus é a “Luz do mundo” (7,1 – 10,42).

5) Jesus é “a vida” do mundo (11).

III. SEGUNDA PARTE (13,1 – 21,25).

1) A Última Ceia (13,1 – 17,26).

2) A Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus (18, 1 – 20,29).

IV. EPÍLOGO (20,30 -21,1-25): Dupla conclusão. Aparição na Galiléia.

 


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2ª Carta de João, Capítulo Único

Publicado em: 15/10/2011

Hoje, nesta pequena carta de um capítulo, o discípulo São João faz-nos um pedido especial: “amemo-nos uns aos outros”. São João nos recorda deste mandamento de Jesus, “pois trata-se daquele que temos desde o princípio”

É o maior de todos os mandamentos, e mais uma vez São João revela que o caminho de vida do cristão é o amor ao próximo e a fé no senhorio de Jesus. Ele mesmo nos revelou que Deus é amor, e que por este princípio maravilhoso devemos amar a Deus e ao próximo.

É também um “bilhete”, que confirma e nos exorta a permanecer na Doutrina Cristã. Para nós hoje, podemos entender isto como um forte chamado a fortalecer nossa fé e união a Jesus Cristo e servir a Deus, conhecendo a Doutrina Católica, vivendo os Sacramentos e participando ativamente de nossa paróquia (comunidade).

Pois temos a graça, a misericórdia, e a paz da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, por meio da verdade que permanece em nós e que Deus derrama em nossos corações.

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Fonte: Comissão do BíbliaDiária.com.br

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Introdução à Segunda Carta de João

15/10/2011

A forma

Diferente da Primeira Carta de João, que não tem forma de Carta, esta tem todas as características, com a apresentação do seu autor e do seu destinatário (v. 1).

Autor

A carta é atribuída a João. No texto bíblico se declara como “Ancião” (v. 1), certamente pela função de presbítero.

Destinatários

O autor escreve para a “Senhora Eleita e seus filhos”. “Senhora Eleita” se refere a uma das Igrejas da Ásia que dele dependem, a qual não foi pontualmente identificada. João denomina de “Irmã Eleita” (v. 13) a sua própria comunidade, de onde escreve para a “Senhora Eleita”. Seguindo a tradição do Antigo Testamento, os “filhos” são os membros da comunidade.

Finalidade

Percebe-se uma preocupação com os falsos mestres, que se apresentam à comunidade com um discurso que não promove a comunhão fraterna nem a prática da justiça. A fé dos cristãos desta comunidade está sendo ameaçada pela presença de sedutores que rejeitam a Encarnação (v. 7) e não permanecem fiéis à doutrina de Cristo (v. 9). João quer prevenir os crentes contra os falsos ensinamentos: eles, que possuem o conhecimento da verdade (v. 1), devem também andar na verdade (v. 4), e amarem-se uns aos outros (v. 5), vivendo assim na luz do mandamento vindo do Pai e transmitido na Igreja desde o começo (vv. 4-6). De certa forma são temas que já foram longamente desenvolvidos na primeira Carta.

Conclusão

A atualidade tanto desta segunda Carta de João quanto da primeira é evidente: hoje como em outras épocas a fé também passa por suas crises. Os cristãos querem saber onde está a verdade da fé, procuram critérios para reconhecer o Espírito de Deus. A esses crentes, na posse do conhecimento da verdade, São João pede simplesmente que permaneçam firmes na doutrina de Jesus Cristo. E que sejam, por sua vida de amor, testemunhas de sua fé no Filho de Deus.


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Leitura do dia:
1ª Carta de João, Capítulo 5

Publicado em: 14/10/2011

O que é vencer na vida? Para algumas pessoas, vencer na vida é conquistar bens materiais, como um carro importado, uma casa ou apartamento de alto padrão, e tantos outros objetos e prazeres que o dinheiro pode comprar.

Para outras pessoas, vencer na vida é conseguir fama e poder, como um bom emprego, uma atividade pública de destaque ou uma profissão que dê status.

Agora, se utilizarmos os critérios da Palavra de Deus, veremos que vence na vida todo aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus, conforme nos fala João (1Jo 5,5).

Não precisamos fazer nada e nem usar máscaras para sermos alguém na vida. Já temos nossa principal identidade, que ninguém nos pode tirar: somos filhos de Deus!

No entanto, nossa filiação divina precisa ser confirmada pela fé em Jesus Cristo e através do nosso testemunho de vida.

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Leitura do dia:
1ª Carta de João, Capítulo 4

Publicado em: 13/10/2011

A revelação de Deus é progressiva. No Antigo Testamento Ele se apresenta como “Eu Sou aquele que Sou”. Já em Ex 34,6 diz que é um Deus rico em amor e fidelidade formando o binômio de Hemet (amor misericordioso) e Hesed (amor fiel, estável e verdadeiro).

No Novo Testamento esta revelação dá um salto radical. No versículo 8 deste capítulo de hoje temos a grande manifestação de Deus: Ele é “AMOR”. Deus tomou a iniciativa para nos amar porque Ele é a fonte do amor, que se irradia como a luz.

A consequência desta experiência é o amor uns pelos outros. Portanto, amamos o irmão, não para sermos amados por Deus, mas porque fomos amados primeiro por Ele.

Deus quer que nos amemos uns aos outros, não como um mandamento, mas como fruto de uma experiência de que fomos amados.

Este amor lança fora todo o medo – o pior inimigo do homem –, pois pelo poder do amor somos livres e capazes enfrentar qualquer desafio.

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Leitura do dia:
1ª Carta de João, Capítulo 3

Publicado em: 12/10/2011

Eis nossa grande alegria: a de podermos ser chamados de filhos de Deus. Aquele que se revela no próximo, nos menos favorecidos, nos excluídos e nos segregados por um sistema que nos impõe padrões de comportamento consumistas e individualistas, além de ter perdido sua própria identidade e a noção do amor.

Deus vem nos revelar o grande e verdadeiro amor: doar-se por inteiro e sem medidas, como fez através de seu Filho. E nos convida à prática do amor, pois amor não é só sentimento, também é opção. É atitude que promova a igualdade, a fraternidade e a justiça, seja na família, no trabalho ou na comunidade.

São João é incisivo no versículo 9: “todo aquele que não pratica a justiça não é de Deus, como também não é de Deus quem não ama o seu irmão”.

O Pai compreende nossas limitações e fraquezas, mas resolveu contar conosco para a construção de um mundo melhor. E hoje nos pede que façamos um exame de consciência e tomemos posse de sua promessa do versículo 23: “E qualquer coisa que pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamento e fazemos o que é do seu agrado.” Amém!

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Dá-me a Palavra Certa

12/10/2011

Muitas vezes nós já pedimos a Deus: “Dá-me a Palavra Certa!” Hoje, quando comemoramos oDia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do nosso querido Brasil, convidamos você a ler o capítulo 3 da 1ª Carta de João (post abaixo).

Ao mesmo tempo aproveitamos para compartilhar uma grande alegria com vocês: até o presente momento oBíbliaDiária.com.br já possui mais de 12.800 visualizações de página e os números desta semana demonstram o entusiasmo de todos que estão participando deste projeto: na última 2ª feira, quando iniciamos a leitura em comunidade da Palavra de Deus 2.815 pessoas visitaram o site, ontem foram 2.789 acessos e 61 comentários foram publicados pelos internautas.

Também vale a pena escutar a linda e inspiradora canção do Padre Zezinho:

Dá-me a Palavra Certa

Dá-me a Palavra certa, na hora certa e do jeito certo e pra pessoa certa
Dá-me a cantiga certa, na hora certa e do jeito certo e pra pessoa certa

Palavra é como pedra, preciosa sim
Quem sabe o valor cuida bem do que diz
Palavra é como brasa, queima até o fim
Quem sabe o que diz há de ser mais feliz!

Dá-me a Palavra certa, na hora certa e do jeito certo e pra pessoa certa!
Dá-me a cantiga certa, na hora certa e do jeito certo e pra pessoa certa!

Palavra é como pedra, preciosa sim
Quem sabe o valor cuida bem do que diz
Palavra é como brasa, queima até o fim
Quem sabe o que diz vai levar a Palavra!


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Leitura do dia:
1ª Carta de João, Capítulo 2

Publicado em: 11/10/2011

O centro da carta de João é o amor que traduz a fé em vida concreta.

Neste capítulo, somos convidados a reconhecer em Deus Pai, através de Jesus Cristo, a vida verdadeira, única e exclusiva, pois se nos deixarmos enganar pelo mundo com seus desejos desenfreados, seremos mentirosos quando o chamarmos de Pai.

É preciso fazer a experiência não só de manifestar com palavras a nossa fé, mas traduzi-la em gestos e testemunho.

O “mundo”, com seus encantamentos passageiros, é um anticristo perigoso e astuto que tenta continuamente nos seduzir.

A Palavra nos exorta a perseverar no ensinamento e prática do amor que Jesus nos propõe, pois só assim receberemos a promessa que Ele nos fez: Vida, Vida em abundância, Vida eterna!

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Leitura do dia:
1ª Carta de João, Capítulo 1

Publicado em: 10/10/2011

Para que a nossa alegria seja completa, João anuncia Jesus como Palavra da Vida. Mensagem que para nós é sinal de luz e salvação.

Quando dirigimos por uma estrada escura, nosso carro ilumina, mesmo com luz alta, somente um trecho do percurso, não conseguimos enxergar muito longe, mas mesmo assim avançamos porque sabemos que, conforme continuamos o caminho, a luz do carro vai iluminando novos trajetos deste percurso.

Da mesma forma Deus se torna luz para iluminar e guiar os nossos caminhos. Ao caminharmos na escuridão sem o recurso de uma luz, somos mais propensos a tropeços, quedas e falsos caminhos, mas quando colocamos Deus à nossa frente o caminho se torna certo e seguro.

Contudo, se por algum motivo errarmos o caminho ou nos desviarmos dele, por meio do pecado, basta nos reconhecermos pecadores, pois Deus é Fiel e Justo para nos perdoar e nos purificar de toda a iniquidade.

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Introdução à Primeira Carta de João

09/10/2011

Por que começar a leitura da Bíblia a partir da Primeira Carta de João?

Para que o leitor realmente se convença da mais linda realidade de sua vida: de que é escolhido e salvo por uma iniciativa amorosa e gratuita da parte do Senhor. A primeira necessidade de um cristão é ter certeza da salvação. É saber que Deus o amou e que o escolheu gratuitamente, sem nenhum mérito seu. Foi uma escolha amorosa, por misericórdia. Dos 73 livros da Bíblia, apenas essa pequena carta foi escrita com o propósito de dar-nos a certeza da salvação: “Eu vos escrevo estas coisas, a vós que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna” (1Jo 5,13).

A forma

A Primeira Carta de João não tem forma de carta: faltam endereço e assinatura. É na verdade uma homilia, uma instrução ou exortação enviada por escrito.

Autor

As cartas de João não identificam o autor pelo nome, mas todos os manuscritos antigos trazem um cabeçalho que cita “João”. Considerando as enormes semelhanças de vocabulário, estilo, ideias e doutrina, a tradição católica sempre a considerou como sendo obra de João, o mesmo autor do quarto Evangelho.

Destinatários

A Carta não está destinada a uma comunidade específica. Certamente foi escrita para orientar o conjunto das igrejas que estavam ligadas ao Apóstolo João e animá-las na perseverança fiel à fé genuína à pessoa de Jesus Cristo. Tudo indica que as comunidades às quais a carta foi dirigida passavam por grave crise. A difusão de doutrinas incompatíveis com a revelação cristã ameaçava comprometer a pureza da fé. Os pregadores do falso ensinamento pertenciam à comunidade (2,19), procuravam extraviar os crentes que permaneceram fiéis (2,26; 3,7) e eram chamados de anticristos (2,18.22; 4,3), falsos profetas (4,1), mentirosos (2,22) e do mundo (4,5).

Finalidade

Pelo conteúdo da Carta podemos adivinhar o que ocorria nas comunidades:

  • Reforçar os leitores em sua fé e em sua prática, mostrando que eles têm, por Jesus Cristo, o verdadeiro conhecimento de Deus.

  • Dar segurança aos fiéis que estavam com dúvidas se eles teriam realmente comunhão com Cristo e com Deus.

  • Mostrar que Deus é luz, amor e que pertencem a Ele os que praticam a justiça.

  • Combater os que separavam o conhecimento de Deus e Jesus do amor ao próximo.

  • Desmascarar falsas doutrinas e distinguir os espíritos (= inspirações daqueles que tomam a palavra).

  • Combater os adversários, provavelmente gnósticos, os quais afirmavam ter um conhecimento direto de Deus e negavam tanto a vinda de Deus “em carne mortal” (4,2) como a identidade entre o Cristo celeste e o Jesus terreno (2,22). Para eles, o Jesus terreno foi um mero instrumento do qual se serviu o Cristo celeste para comunicar a sua mensagem, descendo a Ele por ocasião do seu Batismo e abandonando-o por ocasião da Paixão. Também negavam a encarnação, a morte do Filho de Deus e o seu valor redentor.

Divisão do conteúdo

Não é possível subdividir claramente o texto, que se desenvolve de forma espiral, voltando sempre aos mesmos temas com novas variações. Entretanto, para facilitar uma prévia visão de todo o conteúdo em partes, bem como orientar a leitura, apresentamos a seguinte divisão:

1º) Abertura: 1,1-4 (a Palavra da vida).

2º) Deus é luz: 1,5 – 2,28. Primeira explicação dos critérios para sabermos se temos comunhão com Deus: a participação na luz de Deus, livres do pecado, no amor e na fé.

3º) É de Deus quem pratica a justiça: 2,29 – 4,6. Segunda explicação dos critérios para sabermos se temos comunhão com Deus: aquele que crê em Cristo e pratica a justiça e o amor-caridade é filho de Deus.

4º) Deus é amor: Terceira explicação dos critérios para sabermos se temos comunhão com Deus: Deus é amor (4,8.16). Cremos neste amor, que é Cristo, e esta fé vence o “mundo” (sistema oposto a Cristo – 5,1-12).

5º) Conclusão: 5,13 (a intenção deste escrito). O texto de 5,14-21 é um apêndice, uma nota explicativa de alguns tópicos da carta.


Comentários:

Antes de conferir a reflexão, faça a leitura do texto bíblico 

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